Agricultura de Baixa Emissão de Carbono para o Amazonas é pauta em programa de rádio

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O gerente de Apoio à produção Vegetal do Instituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal Sustentável do Amazonas (IDAM), Pedro Benício, participa nesta quinta feira (16 de janeiro) do Programa Bom Dia Amazônia da Rádio Cultura para falar sobre o Plano de Agricultura de Baixa Emissão de Carbono (Plano ABC) para o estado do Amazonas.

De acordo com Benício, o ABC visa incentivar a adoção de práticas sustentáveis e diminuir a emissão de Gases de Efeito Estufa (GEE), promovendo a expansão de tecnologias. O plano está estruturado em seis ações, como a Recuperação de Pastagens Degradadas, Integração Lavoura- Pecuária- Floresta, Sistema de Plantio Direto, Fixação Biológica de Nitrogênio, Florestas Plantadas e Tratamento de Dejetos Animais.

Segundo ele, o setor agrícola está vulnerável às prováveis mudanças do clima o que pode ocasionar aumento das áreas secas, mudanças no regime de chuvas, a necessidade de plantas mais resistentes à seca e ao calor, como também alteração no ciclo reprodutivo das plantas, alteração de zoneamento agroclimáticos, deslocamento de produções de uma região para outra mais apta e maior incidência de pragas e doenças.

Plano ABC – O Plano Setorial de Mitigação e de Adaptação às Mudanças Climáticas Visando à Consolidação de Uma Economia de Baixa Emissão de Carbono na Agricultura (Plano ABC) é de abrangência Nacional. No Amazonas foi criado em 2013, por convocação da Sepror e comitê gestor composto por diversas entidades que atuam no setor primário como: IDAM, MAPA-SAF/AM, Embrapa, Faea, Banco do Brasil, SDS, Ipaam, MDA, OCB-AM, Associação Amazonense dos Municípios, Afeam, Ifam, Ufam, Sebrae, Ceplac, Seplan e Suframa.

Entre as ações consideradas geradoras de problemas ambientais no Amazonas é possível destacar a alta taxa de desmatamento, o manejo inadequado da pecuária, agricultura e florestas, uso indevido do fogo e destinação inadequada de dejetos animais.

Metas – Durante a oficina de trabalho para elaboração do Plano ABC realizada em outubro do ano passado no Amazonas metas foram definidas, entre elas:

  •  A recuperação de três mil hectares de pastagens degradadas com aumento de produtividade, resultado econômico e redução de áreas impactadas para o período de 2013 a 2015 e dezessete hectares para o período de 2016 a 2020.
  •  Implantação de mil hectares de Integração Lavoura/Pecuária/Floresta para o período de 2013 a 2015 e de seis mil hectares para o período de 2016 a 2020.
  • Implantação de dois mil hectares de Sistemas Agroflorestais para o período de 2013 a 2015 e de cinco mil hectares para o período de 2016 a 2020.
  •  Manejar 300 hectares com Sistema de Plantio Direto para o período de 2013 a 2015 e de 1.500 hectares para o período de 2016 a 2020.


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