Boas práticas do manejo da castanha do Brasil é incentivada pelo IDAM em Amaturá

Técnico explicando etapas dos tratos silviculturais (corte do cipó, limpeza do ouriço, entre outros) Foto: IDAM/Amaturá
Técnico explicando etapas dos tratos silviculturais (corte do cipó, limpeza do ouriço, entre outros)
Foto: IDAM/Amaturá

O Governo do Amazonas, por meio do Instituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal Sustentável do Amazonas (IDAM), Unidade Local de Amaturá (distante 909 quilômetros de Manaus), realizou no mês de maio, um curso de boas práticas do manejo da castanha do Brasil, para extrativistas da comunidade indígena Bom Pastor, localizada à  margem esquerda do igarapé Acurui.

Coleta de ouriço
Coleta de ouriço
Foto: IDAM/Amaturá

“As boas práticas de manejo são cuidados simples que devem ser seguidos desde a coleta do produto até a fase de ensacamento e industrialização”, disse o técnico florestal do IDAM e instrutor do curso, Jonas Cícero de Oliveira, ao destacar, alguns cuidados indispensáveis, como evitar que o ouriço permaneça por muito tempo no chão, misturar ouriços velhos com ouriços novos, separar as castanhas machucadas daquelas em boas condições, não deixar as castanhas na mata por longo período, secar o produto antes do armazenamento e realizar os tratos silviculturais.

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Demonstração de construção de giral para armazenamento de ouriços
Foto: IDAM/Amaturá

De acordo com o gerente da Unidade Local do IDAM em Amaturá, Francisco Luzivan Furtado da Silva, a castanha é uma das principais fontes de renda para as famílias de extrativistas da comunidade. Entre as limitações comerciais do produto está à contaminação por fungos produtores de aflatoxinas, substância de efeito cancerígeno. Segundo Silva, o problema começa ainda na floresta, em decorrência de práticas inadequadas de manejo, e pensando nisso o IDAM vem incentivado extrativistas a adotarem as boas práticas de manejo.

Durante a atividade também foi discutida a legislação federal e estadual para os produtos florestais não madeireiros, a importância do uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPI), como realizar o mapeamento dos castanhais, entre outros.

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