Instituições que apoiam o manejo do pirarucu em Fonte Boa discutem comercialização do pescado

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Com objetivo de discutir estratégias para superar dificuldades na comercialização do pirarucu produzido em áreas de manejo no município de Fonte Boa (a 678 quilômetros de Manaus), estiveram reunidos nos dias 9 e 10 de junho, representantes do Instituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal Sustentável do Amazonas (IDAM), Fundação Amazonas Sustentável (FAS), Instituto de Desenvolvimento Sustentável (IDS), Secretaria Executiva de Pesca e Aquicultura (Sepa/Sepror), Núcleo de Extensão em Desenvolvimento Territorial (Nedet), Secretaria Municipal de Cultura (Semuc), Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semmads), Prefeitura Municipal e Associação Agroextrativista do Auati- Paraná (AAPA)  na sede da Associação dos Pescadores de Fonte Boa.

Durante os dois dias de evento, Instituições que prestam assessoria técnica ao manejo do pirarucu, como é o caso do IDAM, apresentaram dados de comercialização do pescado. Na ocasião, ficou definido que para 2016, o preço mínimo do quilo do pirarucu será comercializado a R$ 5,50.

De acordo com a engenheira de pesca e gerente do IDAM em Fonte Boa, Maria Oliveira, a área assistida por técnicos do IDAM compreende os setores Maiana e Solimões do Meio.“Em 2015, o Ibama autorizou uma cota para captura de 1.239 pirarucus, que foram vendidos a R$3,36 o quilo, resultando em uma renda média de R$2.210,00 por família. Já para o setor Solimões do Meio a cota autorizada foi de 775 pirarucus, sendo que para captura foram liberados 215 em virtude da área da Associação do setor não ter realizado a pesca de 376 pirarucus devido o preço não ter sido atrativo. E a renda total para este setor foi de R$1.249,00 por família”, explicou Maria, ao ressaltar, que a atividade desenvolvida pelos dois setores beneficiou mais de 100 famílias.

No segundo dia do evento foram abordados temas como o preço base do pirarucu, transporte, infraestrutura de armazenamento, programas para comercialização como o PAA que é operacionalizado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

O evento foi realizado pela Associação dos Moradores e Usuários da Reserva de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá (RDS) e Instituto de Desenvolvimento Mamirauá e contou com a participação de aproximadamente 180 pescadores de vários setores (Panauã, Solimões de Cima, Solimões do Meio, Solimões de Baixo, Maiana e ACJ – Jutaí).

 

 

 


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